
Nunca aceite a ajuda de um homem, filho… – disse o rei Archibald Greymane. Sua compleição forte era agora uma silhueta enlameada contra o brilho pálido do crepúsculo. – É sempre melhor se erguer sozinho. É o que separa os grandes dos submissos.
Nos últimos anos, o governante grisalho de Gilneas sofreu muitas dificuldades: seu filho e sua nação caíram pelas mãos da Banshee Queen Sylvanas e seus Forsaken, e ele quase perdeu sua humanidade para a maldição worgen. No entanto, a partir dessas tragédias, Genn encontrou nova força e coragem. Ele está determinado a lutar com dentes e garra contra qualquer inimigo que ameace a segurança da Aliança.
Genn Greymane é filho de Archibald Greymane, o rei que levou Guilneas para a era industrial. Desde pequeno, Genn aprendeu com seu pai a não depender da ajuda dos outros, e que pedir ajuda era uma fraqueza. Essa característica o acompanharia pelo resto da vida. Mas Genn encontrou força e coragem nessas tragédias. Ele está determinado a lutar com unhas e dentes contra os inimigos que ameaçam a Aliança.

GUILNÉAS
Genn Greymane é o Rei de Guilnéas, e é o único rei humano ainda vivo dos fundadores originais da Aliança de Lordaeron na Segunda Guerra. Sendo Varian apenas um garoto, ele ainda não era rei.
Sua personalidade é marcada por seu orgulho, cabeça dura, arrogância e esperteza. Genn cresceu próximo ao herdeiro da família Ashbury, cujo pai era próximo do Rei Archibald. Quando o rei faleceu, Genn tomou posse do trono, se casou com uma mulher chamada Mia e juntos tiveram dois filhos: Liam e Tess. Ele não era muito próximo das crianças e raramente dizia que os amava – apenas reforçando sua fama de durão.
Quando os orcs invadiram Azeroth, e Anduin Lothar buscou ajuda entre os reinos de Azeroth, Greymane e seus conselheiros – Darius Crowley, Barão Ashbury e o Lorde Vincent Godfrey foram chamados até Lordaeron afim de formar uma aliança contra os invasores. Apesar de ouvir Lothar e Terenas, Genn não se preocupou com os problemas que viriam, alegando que o exército de Guilnéas estava preparado e conseguiria segurar qualquer ameaça. Apesar dos demais monarcas concordarem que a Aliança era necessária, Greymane estava hesitante. Seus conselheiros tinham opiniões divergentes. Eles acreditavam que Guilnéas deveria se juntar a causa – embora por motivos diferentes. Crowley era muito jovem e idealista, portanto Greymane desconsiderou suas opiniões. Ashbury e Godfrey achavam que valia a pena manter as relações com os reinos vizinhos, e que isso beneficiaria Guilnéas em taxas de exportação e importação. Logo, Guinéas se uniu a Aliança de Lordaeron, mas sua contribuição fora apenas simbólica; assim como Quel’thalas inicialmente, Greymane não enviou para a guerra muito mais que um batalhão de suas forças.
Depois de sua vitória, a Aliança convocou os líderes em Etergarde [Nethergarde], para julgar o que se faria com o Reino de Alterac – uma vez que Aiden Perenolde havia traído a Aliança. Genn tinha a ideia de governar ali, embora não tivese nenhum direito a isso. Então ele prestou suporte ao apelo de Isiden, sobrinho de Aiden, ao trono. Eventualmente, Asa da Morte, disfarçado de Lorde Daval Prestor, controlou a mente de diversos monarcas – Genn incluso – em apoiar seu apontamento para o trono de Alterac. Depois que Prestor se foi, Greymane voltou a apoiar Isiden.
A gota d’água para Greymane foi o pedido de Terenas por ajuda para manter os campos de internos Orcs e do posto de Etergarde. Ele não pagaria para manter os invasores vivos. Então Greymane decidiu que Guilnéas não poderia pagar por outras nações. Guilnéas seria soberana de si mesma. Então ele saiu da Aliança de Lordaeron e ordenou a construção de uma Muralha, que isolou Guilnéas do resto do mundo. Nesse momento, Crowley, que liderava um povoado que ficaria do lado de fora da muralha, rompeu com Greymane por discordar da segreação de seu povo, o que levou ao início de uma guerra civil em Guilnéas, a Rebelião do Portão Norte [Northgate Rebellion]

A maldição que assola o Reino
Enquanto Kel’thuzad e o Flagelo aprontavam altas travessuras invadiam Lordaeron e seu reinos vizinhos e a Terceira Guerra corria solta no resto do norte dos Reinos do Leste, Greymane convocou um mago de Kirin Tor que tinha lealdade a Guilnéas. Este era o Arquimago Arugal, e ele havia descoberto uma maneira de trazer criaturas ferais de outra dimentão para esta. Greymane queria que Arugal os convocasse para usá-los contra a invasão do Flagelo. O rei estava desesperado, e não vendo outra alternativa, ele secretamente tramou isso com Arugal.
Só que o plano deu errado. As criaturas chegaram e começaram a espalhar sua maldição pela população. Conforme os Worgen se espalhavam pelo reino, o medo tomava conta da população. Afim de apaziguar a situação, Greymane juntou alguns nobres, e eles secretamente iam em grupos de caça atrás dos lupinos, matando todos que encontrassem.
Em uma dessas caçadas, Greymane caiu em uma armadilha e acabou mordido no ombro, infectando-se. Sabendo que seus companheiros o matariam se eles vissem a mordida – coisa que ele mesmo faria no lugar deles – ele começou a entrar em pânico. Ele conseguiu limpar o sangue e fazer um curativo improvisado, e por fim escondendeu o estrago com seu paletó. Ele felizmente conheceu uma sacerdotisa elfa noturna que o ajudou a controlar seu Worgen, e revelou a ele a origen das criaturas e da maldição. Seu nome é Belysra.
Antes de serem criaturas ferais, os worgen liberados por Arugal eram druidas de sua raça. Há 10 mil anos esses elfos noturnos acabaram corruptos durante a Guerra dos Sátiros. Para conter a ameaça, Malfurion Tempesfúria [Stormrage], ordenou que os druidas enlouquecidos fossem selados em sono eterno no Sonho Esmeralda. A moça disse que o ritual que ela fez por ele era paliativo, para deixar a mente do guilneano transformado intacta enquanto na forma de Worgen, mas se a pessoa mantivesse qualquer tipo de mágoa, ela não voltaria a forma humana quando quisesse. Greymane manteve sua forma de Worgen escondida de toda a sua familia, deixando que Belysra usasse o ritual nele. Ela também ajudou um amigo pessoal de Greymane a desenvolver uma poção que auxiliaria a conter a transformação. Apesar dos esforços, Genn não aguentaria muito tempo…
Entre os eventos da Terceira Guerra e a Guerra contra o Lich Rei, o número de Worgen aumentou consideravelmente, e claro que através dos anos os Worgen se tornaram apenas um dos problemas.
Os renegados começaram a atacar os postos fora da muralha, afim de conquistar as terras de Greymane, junto a problemas internos com rebeldes, gado sumindo… A população acreditava que os Worgen haviam sido contidos, mas não era verdade. Genn tentou contornar o pânico geral, colocando a culpa em rebeliões e simpatizantes de Crowley. Ele também tentou melhorar a segurança dentro da cidade e na muralha, designando mais soldados para esses postos. Mas pouco adiantou, as pessoas estavam ficando mais agitadas e os nobres começaram a colocar mais pressão em Greymane. Lord Godfrey só liga para a ameaça Worgen e insiste em perguntar a Genn porque ele não caça mais com eles recentemente. Godfrey questiona se Greymane perdeu a mão pra lutar e enfrentar o problema da guerra civil que eles se encontravam, e ele certamente se rebelaria contra Greymane se soubesse do elo que agora unia Greymane aos Worgen. Até anistia para Crowley e seus rebeldes o orgulhoso monarca já estava considerando, vendo que juntos, eles poderiam derrotar os Worgen e os Renegados…
Finalmente os eventos culminaram no que se tornou a introdução dos Worgen no Cataclysm, que resultou na tomada de Guilnéas pelos Renegados e na morte do príncipe Liam.
A morte de Liam foi um golpe pesado em Genn. Os elfos noturnos ofereceram abrigo para os Worgen e os guilneanos sobreviventes em Darnassus. Mesmo aceitando a ajuda dos elfos, a teimosia lendária de Greymane só foi vencida depois que sua esposa e filha quase morreram na travessia do grande oceano, e finalmente Genn formaliza sua volta a Allianca, que já não é a de Lordaeron. Assegurando a estadia de seu povo em Darnassus, Greymane decide ir para Ventobravo [Stormwind] para conversar com Varian Wrynn.
A primeira conversa entre os dois não foi uma das melhores. Antes que Varian estivesse presente em uma ocasião importante onde os líderes estavam reunidos para celebrar a volta de Guilnéas à Aliança, Greymane se desculpa pelas ações que tomou depois da Segunda Guerra e que estava feliz de ter sido aceito novamente na Aliança (ele prometeu pro Malfurion que ia tentar dar a melhor impressão o possível para o resto da Aliança). Depois que Varian chegou… digamos que o Varian naquela época (Wolfheart/Cataclysm) não era um líder amigável e propício a paz. Ele já chegou chamando Guilnéas de “reino de covardes”.
Querendo ou não, a impressão que Varian tinha era de que Guilnéas fugiu de seu dever para com suas nações irmãs logo depois da vitória da Segunda Guerra, e que Guilnéas usou de sua muralha para proteger apenas a si mesma enquanto os reinos vizinhos eram assolados pelos mortos vivos. Varian também se recordou da indiferença de Greymane sobre a invasão Órquica e da destruição de Ventobravo, e da morte de seu pai, Llane Wrynn. Uma coisa leva a outra e o desprezo de Varian por Greymane não poderia ser maior (talvez se ele fosse um meio-orc…).
Apesar das palavras atrevidas de Varian, Genn manteve sua calma e tentou convencer Varian que ele estava enganado. Guilnéas havia mudado muito desde então, e agora eles estavam prontos para dar um suporte completo a Aliança. Varian não simpatizou, e preferiu não estar associado com a nação desesperada que Genn Greymane governava. Mesmo que o primeiro encontro tenha sido um completo desastre, Genn percebeu a presença de Goldrinn em Varian. E por isso focou sua teimosia em que Varian mudaria sua perpectiva sobre Guilnéas no futuro.
Houve outra chance de Genn demonstrar o poder dos Worgen para Varian, mas apesar de tudo o que ele havia visto, ele não permitiu a entrada de Guilnéas na Aliança. Greymane sai desapontado mais uma vez. Malfurion intervém e consegue que Varian e Genn se encontrem numa caçada. Eles acabam discutindo entre si sobre quem seria o melhor caçador, até que são atacados pela fauna selvagem. Um urso gigantesco coloca um dos súditos de Greymane em perigo, e o monarca e Varian Wrynn se unem para salvá-lo, sendo Varian a colocar a faca no pescoço do animal e derrotá-lo. Depois disso, Varian se afasta para meditar sobre si mesmo. O encontro rendeu bons frutos, já que Varian e Greymane conseguiram afinal encontrar um ponto em comum para trabalhar: Varian finalmente pede a ajuda de Greymane para controlar sua ira.

Foi quando Greymane mostrou para Varian o ritual que os Worgen usavam para controlar a fera, e os testes. Varian eventualmente passa nos testes e finalmente se torna um consigo mesmo, sendo reconhecido como o campeão de Goldrinn, e também reconhecendo os Worgen como parte da Aliança.
Houve um segundo banquete, e dessa vez, Varian discursou sobre a ameaça que a Horda representava (Com Garrosh sendo o novo Chefe Guerreiro), e que agora, mais do que nunca, eles precisariam se unir para sobreviver a essa nova Azeroth que Asa da Morte havia moldado, exaltando também os Worgen que tornariam essa aliança ainda mais poderosa. A Aliança prevaleceria, e o faria com honra.
Genn participou da Batalha pela Costa Quebrada ao lado de Jaina Proudmoore, Gelbin Mekkatorque e aventureiros da Aliança, liderando pessoalmente um esquadrão de Guardas Reais de Gilnean. Indo como reforços, a equipe veio em auxílio de Varian, e enfrentou Gul'dan quando ele alcançou a Tumba de Sargeras, junto com os demônios que ele convocou. Varian chama uma arma da Aliança e ordena que Genn avance para Sylvanas Windrunner e instrua-a a limpar o céu. No entanto, antes que ele pudesse realizar sua tarefa, Sylvanas usa seu chifre de guerra para sinalizar as forças da Horda a deixar o campo, deixando Genn lívido pelo abandono. Sem o apoio da Horda, a Aliança seria invadida e, assim, Genn incita Varian a ordenar um retiro. Varian ordena a todas as forças da Aliança que recuem no helicóptero. No entanto, quando decola, Gul'dan invoca um imenso Fel Reaver através do portal, que agarra o dirigível, fazendo com que ele derrube e envie muitos soldados da Aliança em queda livre para a morte. Genn se torna humano novamente e estende a mão para puxar Varian , mas em vez de entregar sua mão, Varian passa uma carta que ele escreveu para seu filho e pede a Genn para entregá-lo a Anduin. Genn acena ao seu pedido e observa Varian mergulhar para matar o Fel Reaver impedindo sua fuga enquanto Genn ordena que a aeronave parta. Varian fez uma valente última posição contra os demônios, matando vários deles, até que ele foi finalmente subjugado. Genn gritou de angústia depois que ele assistiu Gul'dan executar Varian com esmagadora magia vil.
Depois que a batalha terminou com a morte de Varian, Genn e Jaina responsabilizaram a Horda pelo desastre e resolveram vingar Varian. Genn não compareceu ao funeral de Varian porque não conseguiu encarar Anduin e pediu a um aventureiro que entregasse uma carta ao novo rei que havia sido escrita por Varian enquanto ele preparava o Skyfire para decolar com suas forças de Gilnean. O próprio Genn diz ao aventureiro que uma raiva tomou conta dele, e ele está determinado a obter sua vingança contra os Forsaken.
Após a morte de Varian, Genn se torna o líder das forças da Aliança nas Ilhas Partidas, tendo instruído a Brigada de Guilnéas a estabelecer Greywatch para proteger Stormheim das ameaças. As forças gilneanas de Genn são suplementadas pela 7ª Legião e pela SI: 7 no Skyfire enquanto realizam uma missão oficial do rei Anduin Wrynn para escoltar os campeões da Aliança para Stormheim e ajudá-los a obter o [Aegis of Aggramar]. Não oficialmente, depois de receber informações suspeitas da atividade da Horda, o Skyfire tem rastreado a frota de Sylvanas Windrunner. Genn Greymane e Sky Admiral Rogers, que acreditavam que Sylvanas era passageira em um dos navios, decidiram atacar a frota. Incapaz de fazer contato com o resto da frota da Aliança, o Skyfire prosseguiu com o ataque. [30] Embora suas forças conseguissem embarcar nos navios dos Forsaken e matar seus capitães, quando eles embarcaram na nau capitânia real, a Aliança descobriu que Sylvanas já havia deixado o navio e que Nathanos Blightcaller liderava uma força da Horda para sabotar o Skyfire. Genn iria enfrentar o próprio Nathanos durante a defesa do navio, que incitou Genn a lutar contra ele usando sua forma worgen.
Greymane ganhou a vantagem e conseguiu ferir Nathanos, mas a batalha terminou abruptamente quando o Skyfire foi sabotado pelos pensionistas Forsaken e caiu em Stormheim. O Skyfire foi destruído, mas sua tripulação foi capaz de evacuar antes do acidente e se reuniu no Skyfire Triage Camp enquanto combatia a Horda. Os sobreviventes do Skyfire foram evacuados para Greywatch onde Genn Greymane supervisiona a campanha para adquirir o [Aegis of Aggramar] e caçar Sylvanas.

Enquanto os aventureiros da Aliança perseguem o Aegis, Genn descobre que os Forsaken querem pregar Greywatch como fizeram com Gilneas. Greymane comanda suas forças para destruir os esconderijos de peste e o boticário invasor dos Forsaken para garantir Greywatch e depois envia Lorna Crowley para descobrir o que Sylvanas procura em Skold-Ashil. Enquanto Lorna descobre que Sylvana quer criar mais Val'kyr subjugando Eyir, Genn lidera a frota da Aliança tentando atacar o Aterrissagem de Dreadwake. A batalha na ofensiva de Greymane vai mal e sua ofensiva é repelida. Depois de ouvir as notícias da inteligência de Lorna, Genn vai pessoalmente ao cofre em Skold-Ashil para enfrentar Sylvanas.
No cofre, Sylvanas usa uma lanterna mágica chamada Soulcage para ligar Eyir e tortura os val'kyr para obedecer a seus comandos. Genn solta um uivo bestial e fala com Sylvanas em um tom ameaçador das sombras. Genn diz a Sylvanas que sua busca pela imortalidade a deixou vulnerável e grita que ele terá sua vingança sobre ela quando ele a atacar do teto. Ele declara que vai vingar Varian, Gilneas e seu filho quando ele atacar ela; eventualmente derrubando-a. Genn, em seguida, carrega para ela, mas Sylvanas foge dele e atira uma flecha envenenada em seu ombro, transformando Genn humano. Sylvanas insulta Genn dizendo que ela o superestimou, chamando-o de "lobo velho". Genn, em seguida, revela que ele roubou a lanterna mágica de Sylvanas durante sua última carga e esmagou-a no chão, libertando assim Eyir. Sylvanas assistiu em choque e raiva quando Eyir é liberado de suas amarras e desaparece. Genn sai do cofre, tirando a flecha envenenada de Sylvana no ombro dele, e diz a Sylvanas que desde que ela roubou o futuro de seu filho, ele agora pegou o dela. Genn é recuperado por Lorna e pela Brigada de Gilneas e é tratado do veneno em Greywatch.
Mais tarde, ele aparece (vocalmente, não fisicamente) quando o jogador agride qualquer Warden Towers, dando-lhes ordens para capturar a torre para Gilneas e elogiando-os quando forem bem sucedidos.
Algum tempo depois da campanha em Trommheim, o Grande Rei Anduin Wrynn repreendeu o almirante Rogers e Genn Greymane por levar sua tarefa muito além do que ele havia ordenado.

Antes da campanha em Pandária, Anduin fez uma bússola para o aniversário de seu pai. Varian iria mantê-lo perto dele até o final. Quando a Legião atacou a aeronave de Varian durante a terceira invasão da Burning Legion, a aeronave caiu na água e Varian com ela. Enquanto lentamente se afogava, Varian acidentalmente deixou cair a bússola no mar.
Quando um herói da Aliança estava se esgueirando em volta dos monstros do mar da Costa Partida, uma faísca cintilante chamou sua atenção. Nadando até o fundo do mar, descobriram que era uma bússola com uma foto do Anduin dentro. Embora tenha parado de funcionar há muito tempo, o que restou do retrato pode ser claramente identificado como Anduin. Pensando que era importante, o aventureiro levou a bússola ao rei. Anduin ficou atordoado e percebeu que não tinha tempo de passar a manhã depois que o pai faleceu. O rei agradece ao aventureiro.
Tudo ficaria quieto, até que Genn chamasse o mesmo aventureiro para encontrá-lo no castelo. Genn menciona que o rei não era o mesmo desde que o aventureiro trouxe a bússola de volta, mencionando que Anduin ficou indiferente e distraído. Genn envia dois guardas para vigiá-lo e eles disseram que o rei estava rezando na Catedral da Luz. Ele pede ao aventureiro para remediar sua melancolia, indo ao rei e convencê-lo a retomar suas funções.
Depois de voltar para a fortaleza, Anduin encontra Genn e Velen discutindo-o. Velen mantém Anduin em alta conta, dizendo que uma visão mostrou que ele se tornou um grande líder. Genn, por outro lado, acha que Anduin não tem coragem para ter sucesso, pois ele não tem a experiência da Costa Partida e como a bússola facilmente quebrou seu espírito.
Em Wrynnfall, em frente ao Túmulo de Sargeras, Genn mostra a Velen o local da morte de Varian, e Velen comenta que Anduin não conhece a Legião como eles. Anduin chega, para grande choque inicial de Genn, mas rapidamente se torna tristeza, e Anduin revela suas preocupações e dúvidas sobre a vida até o legado de seu pai. O jovem rei encontra uma das duas lâminas que compõem a espada de seu pai Shalamayne sob as cinzas e areia e cai de joelhos. Genn se ajoelha diante de um desesperado Anduin para falar com ele cara a cara e conta-lhe como as ações heróicas de Varian eram um desafio para eles nunca deixar o medo prevalecer, mesmo nos portões do inferno. Com o incentivo de Genn e uma visão de seu pai, Anduin encontra esperança renovada e a espada começa a brilhar em suas mãos.

A ferida
Sargeras, senhor da Burning Legion, acabou sendo derrotado, mas não antes de conseguir ferir Azeroth em Silithus. Apesar de suas perdas, Anduin fez um discurso de esperança no Lion's Rest em Stormwind to the Alliance, com Genn observando-o da parte de trás da multidão enquanto sorrindo orgulhosamente. Mestre Mathias Shaw da SI: 7 se aproximou de Genn e disse a ele que precisava falar com o Alto Rei imediatamente. Quando Genn e Shaw se afastaram, Anduin os viu e rapidamente terminou seu discurso. Longe das multidões, Shaw relatou que muitos goblins estavam cavando uma nova substância misteriosa em Silithus. Embora eles não soubessem o que era essa substância, parecia que a Horda sabia. Anduin disse que eles tinham que aprender mais, e Shaw assegurou-lhe que SI: 7 já estava lá.



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